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Mundo Quarta-feira, 17 de Junho de 2026, 08:30 - A | A

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2026, 08h:30 - A | A

G7 endossa plano de Trump para reabrir Ormuz e avançar em trégua com Irã

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Os líderes do G7 declararam apoio nesta quarta-feira (17) ao acordo preliminar negociado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o Irã para reabrir o Estreito de Ormuz e ampliar um frágil cessar-fogo no Oriente Médio. Em comunicado conjunto, os países classificaram o entendimento como uma "oportunidade histórica" para impedir que Teerã obtenha armas nucleares e afirmaram estar prontos para ajudar na implementação do pacto.

Segundo versões vazadas do documento, o Irã se comprometeria a reabrir imediatamente o Estreito de Ormuz após a assinatura do acordo e voltaria a exportar petróleo sem restrições. Em troca, os EUA trabalhariam para suspender sanções americanas e da ONU caso seja alcançado um acordo definitivo sobre o programa nuclear iraniano. O texto deve ser formalmente assinado na Suíça na sexta-feira, 19.

Trump, porém, afirmou que os detalhes permanecem sob sigilo. "Ninguém sabe o que é, mas é muito forte", disse o presidente a jornalistas durante encontro com o líder egípcio Abdel-Fattah el-Sissi.

O apoio do G7 ocorre enquanto Trump enfrenta resistência dentro de seu próprio partido, onde há dúvidas sobre a capacidade do acordo de conter as ambições nucleares iranianas. Ao mesmo tempo, cresce a pressão internacional para que o entendimento garanta a retomada segura da navegação em Ormuz, por onde passava cerca de um quinto do comércio global de petróleo e gás antes do conflito iniciado em fevereiro.

Os líderes do grupo defenderam uma missão marítima liderada por França e Reino Unido para proteger embarcações comerciais e verificar a remoção de minas na região.

O acordo também prevê o fim imediato dos combates entre Israel e o Hezbollah no Líbano, um dos pontos mais sensíveis das negociações. O G7 declarou apoio aos esforços libaneses para desarmar o grupo e preservar a soberania do país.

Em declarações separadas, os líderes também reforçaram o apoio à Ucrânia, prometeram ampliar sanções contra a Rússia e intensificar o combate ao tráfico internacional de drogas, ao contrabando de migrantes e ao tráfico de pessoas. Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

(Com Agência Estado)

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