Em uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre segurança marítima, Barrot acrescentou, porém, que o Irã agora é responsável pelo que está fazendo com essa via navegável crucial.
"Estreitos são as artérias do mundo. Não são propriedade de nenhum indivíduo. Não estão à venda e, portanto, não podem ser obstruídos por quaisquer obstáculos, pedágios ou subornos, nem pelo Irã, nem por qualquer outra parte, e sob nenhum pretexto", declarou o francês. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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