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Mundo Segunda-feira, 27 de Abril de 2026, 13:00 - A | A

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Segunda-feira, 27 de Abril de 2026, 13h:00 - A | A

EUA têm 5 episódios de violência política em dois anos; em ações contra os dois partidos

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Os Estados Unidos registraram pelo menos cinco episódios de violência política nos últimos dois anos. O mais recente ocorreu no último sábado, 25, quando um atirador tentou invadir um jantar com jornalistas correspondentes que cobrem a Casa Branca, do qual participava o presidente americano Donald Trump.

Os ataques tiveram como alvos tanto integrantes do Partido Republicano quanto do Partido Democrata e ocorreram em diferentes regiões do país.

13 de julho de 2024 - Trump é atingido na orelha por atirador

O ocorrido no último sábado não representou a primeira vez em que Trump foi alvo de um ataque. Em 13 de julho de 2024, ainda durante a campanha presidencial, o republicano sofreu um atentado enquanto discursava em um comício em Butler, na Pensilvânia.

Ele falava sobre o aumento no número de travessias ilegais na fronteira durante o governo de Joe Biden quando um homem, que estava no telhado de um prédio comercial, a aproximadamente 150 metros de distância, disparou pelo menos cinco tiros em sua direção.

Trump foi atingido de raspão na orelha direita e se abaixou para se proteger atrás do púlpito, antes de ser escoltado por agentes do Serviço Secreto. Ele chegou a ser levado ao hospital, mas recebeu alta no mesmo dia.

O atirador foi morto por agentes do Serviço Secreto. Uma pessoa que assistia ao comício morreu, e outras duas ficaram gravemente feridas.

14 de junho de 2025 - Deputada e marido são mortos a tiros dentro de casa

A deputada estadual de Minnesota, Melissa Hortman, do Partido Democrata, e seu marido, Mark Hortman, foram mortos a tiros dentro de casa, na cidade de Brooklyn Park, em 14 de junho de 2025.

O atirador usava uma máscara para não ser identificado. Minutos antes de matar os Hortman, ele já havia atacado o senador estadual de Minnesota, John Hoffman, também do Partido Democrata, e sua esposa, em Champlin, a cerca de 14 quilômetros de Brooklyn Park. O casal foi encaminhado ao hospital com ferimentos graves, mas sobreviveu.

Na época, o governador de Minnesota, Tim Walz, afirmou que os crimes foram casos de "violência política direcionada".

O suspeito foi preso no dia seguinte ao crime. Em um carro utilizado por ele, os policiais encontraram uma lista com 70 nomes de legisladores e outras autoridades.

10 de setembro de 2025 - Charlie Kirk é morto enquanto discursava

O influenciador Charlie Kirk foi morto a tiros em um evento no campus da Universidade de Utah Valley, em 10 de setembro de 2025. Ele respondia a uma pergunta sobre atiradores em massa nos EUA quando foi atingido por uma bala no pescoço.

Kirk chegou a ser encaminhado ao hospital e passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois. Ele era CEO e cofundador da organização política de direita Turning Point USA e aliado de Trump.

O atirador, que efetuou o disparo do telhado de um prédio, foi preso pelo Departamento Federal de Investigação (FBI) no dia seguinte ao crime, na cidade de St. George, em Utah, a cerca de 400 quilômetros do campus da universidade. Ele confessou o crime.

7 de março de 2026 - Dois homens são presos com explosivos em protesto em frente à casa do prefeito de NY

Um homem arremessou um artefato explosivo improvisado em direção a um protesto antimuçulmano que ocorria em frente à residência oficial do prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, em 7 de março de 2026. Na sequência, ele lançou outro artefato em direção aos policiais do Departamento de Polícia de Nova York.

Os explosivos não detonaram, e o episódio não deixou feridos. O responsável por lançar o artefato foi preso em flagrante, assim como o suspeito que lhe entregou o objeto. Posteriormente, eles foram acusados de oito crimes.

De acordo com a comissária da Polícia de Nova York, Jessica S. Tisch, o caso foi "um ato terrorista inspirado pelo Estado Islâmico".

25 de abril de 2026 - Atirador tenta invadir jantar de gala de Trump

O episódio mais recente ocorreu no último sábado, durante um jantar anual para jornalistas correspondentes que cobrem a Casa Branca. O evento, realizado no hotel Washington Hilton, foi interrompido pelo Serviço Secreto após disparos do lado de fora do salão.

Trump, que participava do jantar pela primeira vez em seus mandatos, disse ter ouvido um barulho alto vindo da parte de trás do salão antes de um agente do Serviço Secreto gritar "tiros disparados". Os agentes correram até o presidente e escoltaram-no, juntamente com a primeira-dama, para fora do local.

O suspeito trocou tiros com agentes do Serviço Secreto, mas não ficou ferido. Ele "tinha como alvo pessoas que trabalham no governo, provavelmente incluindo o presidente", afirmou no domingo, 26, o procurador-geral interino, Todd Blanche.

Ele comparecerá nesta segunda-feira, 27, perante um juiz de um tribunal distrital dos EUA. Segundo a promotora federal Jeanine Pirro, o homem será acusado de usar arma de fogo durante um crime violento e de agredir um agente federal com uma arma perigosa.

(Com Agência Estado)

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