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Mundo Sexta-feira, 23 de Agosto de 2013, 14:16 - A | A

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Sexta-feira, 23 de Agosto de 2013, 14h:16 - A | A

FUTEBOL CORRUPTO

Dinheiro desviado dos amistosos da seleção ia para Andorra

Realização de amistosos da seleção brasileira é uma das principais fontes de renda da CBF

PORTAL UOL





O desvio de dinheiro da renda dos amistosos da seleção brasileira foi parar em Andorra, um paraíso fiscal. É o que revela a edição desta sexta-feira do jornal O Estado de S. Paulo.

A Uptrend, empresa com sede nos Estados Unidos e representada por Sandro Rosell, atual presidente do Barcelona e amigo do ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, solicitou à ISE, empresa que negocia os direitos sobre os amistosos do Brasil até 2022, que fizesse grande parte dos depósitos do seu acordo milionário em Andorra, um paraíso fiscal que permite o sigilo de contas bancárias e de seus proprietários.

EFE/Andreu Dalmau

Sandro Rosell, presidente do Barcelona, foi alvo de denúncias do jornal O Estado de S. Paulo

O destino do dinheiro, segundo os documentos obtidos pela reportagem, foi o AND-BANK, que ainda conta com escritórios em São Paulo.

Tanto o banco quanto o Barcelona não se manifestaram sobre o conteúdo divulgado pelo Estado de S. Paulo até o fechamento da reportagem.

Entenda o caso

A realização de amistosos da seleção brasileira é uma das principais fontes de renda da CBF. Mas, em vez de o dinheiro ganho com estes jogos ser depositado em contas no Brasil, parte dos cachês pagos pelos times ficava no exterior, em vez de vir ao Brasil. A denúncia recente do jornal O Estado de S. Paulo acusou Rosell de práticas que teriam acontecido na gestão Teixeira, a partir de 2006.

A cobrança da CBF por amistosos com a seleção brasileira varia, mas mesmo rivais pequenos como Gabão e Estônia, paga-se pelo menos US$ 1 milhão por partida. A ISE, empresa com sede nas Ilhas Cayman, tem o direito de organizar os jogos.

Um documento obtido pelo jornal mostra que a ISE recebia como lucros da partida cerca de US$ 1,6 milhão. Deste total, US$ 1,1 milhão retornava à CBF como pagamento. O restante não era contabilizado pela entidade.

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