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Polícia Sexta-feira, 10 de Abril de 2026, 15:21 - A | A

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Sexta-feira, 10 de Abril de 2026, 15h:21 - A | A

OPERAÇÃO PENTÁGONO

Piloto da fuga de criminosos do mega-assalto em Confresa é preso no Pará; veja vídeos

Investigado atuava como piloteiro na travessia pelo Rio Araguaia e foi localizado em área de difícil acesso no Pará

DA REDAÇÃO

Um dos investigados por participação na fuga dos criminosos envolvidos no ataque à empresa de transporte de valores em Confresa, em 2023, foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso durante a Operação Pentágono.

O suspeito foi localizado em uma área rural de difícil acesso no município de Novo Repartimento, no Pará, a mais de 2.700 quilômetros de Cuiabá. Para chegar até o local, as equipes percorreram cerca de 140 quilômetros por estrada de terra, em um trajeto que durou aproximadamente cinco horas.

Segundo as investigações, o homem atuava como piloteiro e foi um dos responsáveis por conduzir embarcações usadas na fuga do grupo criminoso, especialmente na travessia pelo Rio Araguaia.

Ele estava foragido desde o cerco policial realizado logo após o ataque, quando mais de 300 agentes participaram das buscas pelos envolvidos, na região do Tocantins.

De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), o investigado tinha papel estratégico na logística de fuga da quadrilha, garantindo a mobilidade do grupo entre estados.

LEIA MAIS: Polícia diz que criminosos investiram R$ 3,5 mi para fechar Confresa; "chefão" morreu em confronto

Imagens reunidas durante a investigação mostram o suspeito dias antes do crime, em Vila Rica, no interior de Mato Grosso, o que reforça a suspeita de participação no planejamento da ação.

Após o ataque em Confresa, o grupo fugiu por rotas previamente definidas para despistar as forças de segurança. Inicialmente, deixaram a cidade por terra, em veículos preparados para romper barreiras policiais. Em seguida, seguiram até o Rio Araguaia, onde realizaram a travessia para mudar de estado e dificultar a perseguição.

Depois de cruzar o rio, os criminosos voltaram a utilizar rotas terrestres.

Para a Polícia Civil, a prisão representa um avanço importante nas investigações e no desmonte da organização criminosa envolvida no ataque. O suspeito é apontado como peça-chave na dinâmica da fuga.

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