Em preços correntes, o PIB russo foi revisado de 213,5 trilhões (US$ 2,77 trilhões) para 214,3 trilhões de rublos (US$ 2,78 trilhões).
Já o deflator do PIB passou de 4,5% na primeira leitura para 4,9%, indicando pressão inflacionária um pouco maior do que a estimada inicialmente.
Pelo lado da oferta, o desempenho seguiu heterogêneo, com destaque para a indústria de transformação, que avançou 3,9%, e para o setor de hospedagem e alimentação, que cresceu 8,9%. Em contrapartida, a extração de recursos naturais recuou 1,7%, enquanto o comércio registrou queda de 1,1%.
Na ótica da demanda, o consumo das famílias continuou como principal vetor de crescimento, com alta de 3,6%, enquanto o consumo do governo subiu 1,1%. Já o investimento agregado permaneceu em contração, refletindo principalmente a redução de estoques, apesar de alguma resiliência na formação de capital fixo.
A Rosstat reiterou que os dados seguem sujeitos a novas revisões e não incluem informações de regiões consideradas anexadas pelo governo durante o conflito com a Ucrânia - Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson.
(Com Agência Estado)
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