O texto classifica as ofensivas como "violação flagrante da soberania e da integridade territorial dos países atingidos e uma violação evidente do direito internacional, da Carta das Nações Unidas e dos princípios de boa vizinhança."
Segundo a pasta, a continuidade dos ataques representa uma "escalada perigosa", que dificultará os esforços para conter as tensões e enfraquecerá iniciativas políticas e diplomáticas voltadas a alcançar segurança e estabilidade na região.
"O ministério destaca a necessidade de uma cessação imediata e completa de todas as ações militares e ataques que ameacem a segurança e a estabilidade da região, de evitar quaisquer ações que possam ampliar o alcance da escalada, de um retorno genuíno ao diálogo e às negociações e do cumprimento dos entendimentos alcançados por meio de esforços diplomáticos", conclui o ministério.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.








