"Esta agressão brutal é uma violação flagrante do direito internacional e um ataque direto ao progresso científico do Irã", afirmou, em nota, o governo iraniano.
Segundo o Irã, a usina de Darkhovin opera "sob salvaguardas abrangentes" da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), tornando suas atividades "totalmente pacíficas e legais". O governo islâmico também afirmou que o ataque americano viola o direito internacional, a Carta das Nações Unidas e as Resoluções 444 e 533 da Conferência Geral da AIEA.
"O Irã espera que o diretor geral da AIEA rompa o silêncio, cumpra seus deveres estatutários e condene este crime, que prejudica gravemente o Tratado de Não Proliferação, as salvaguardas nucleares e o estatuto da AIEA", acrescentou a administração do país persa.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela redação da Broadcast
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.








