A reunião, que contou com a presença do presidente iraniano Masoud Pezeshkian, manifestou preocupação com "ataques deliberados" a infraestruturas civis e instalações nucleares pacíficas sob as salvaguardas da agência de energia atômica da ONU, afirmando que a segurança e proteção nuclear devem ser preservadas durante conflitos armados. A declaração foi vista como uma crítica indireta aos ataques dos EUA e de Israel a instalações nucleares iranianas.
Os líderes também criticaram sanções unilaterais não autorizadas pelo Conselho de Segurança da ONU. Eles não nomearam nenhum país, mas a Rússia, um dos membros fundadores do BRICS, enfrentou sanções ocidentais após sua invasão em grande escala à Ucrânia em 2022.
"Apelamos para a eliminação de tais medidas ilegais, que minam o direito internacional e os princípios e propósitos da Carta da ONU", dizia a declaração conjunta.
A Índia está sediando a cúpula deste ano, com a presença do presidente russo Vladimir Putin, do presidente chinês Xi Jinping, Pezeshkian e de seus homólogos dos outros oito membros do BRICS.
Aumentaram as preocupações de que a guerra no Irã possa se expandir à medida que os combates se intensificaram entre a Arábia Saudita e os Houthis do Iêmen. Guerras na Ucrânia e no Oriente Médio, juntamente com o aumento das tensões EUA-China, também estão testando a capacidade do bloco de encontrar um terreno comum entre países com interesses geopolíticos concorrentes.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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