"Ao longo do último ano, nossas equipes de inteligência de ameaças investigaram e neutralizaram diversos agentes de ameaça que utilizaram o Claude para desenvolver software destinado ao projeto e desenvolvimento de armas, ou para apoiar a coleta de informações e a aquisição de recursos dos quais os programas de armamentos dependem", afirmou.
"Identificamos e neutralizamos um agente de ameaça vinculado ao Irã que utilizava o Claude para coletar e analisar dados de acesso público, a fim de desenvolver recomendações de alvos contra forças navais dos EUA na região. O material compilado incluía uma lista de pessoal dos EUA extraída de legendas de fotografias militares públicas, identificadores de transponders de navios e aeronaves acessíveis ao público, scripts de consulta a imagens de satélite comerciais; e um inventário de sites públicos que revelavam movimentações navais dos EUA", indicou a publicação.
"Identificamos uma célula de agentes de ameaça sediada no norte do Iêmen que conduzia três programas de desenvolvimento de armamentos: um foguete guiado que utilizava um computador de voo comercial de classe de telefone celular, com sistema de guiagem terminal, um míssil balístico de múltiplos estágios com uma meta de alcance declarada superior a 2.000 km; e um míssil de múltiplas variante que incluía uma variante de veículo planador hipersônico", apontou a empresa. Por sua vez, o documento não indica diretamente ligação com o grupo Houthi, que controla a região.
(Com Agência Estado)
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