Em uma publicação no X, Krimly afirmou que o acordo permitirá aos três países desenvolver e integrar ainda mais as suas respectivas capacidades de defesa. Ele acrescentou que o pacto não ocorre em detrimento dos fortes laços de Riad com qualquer um de seus parceiros do Golfo, árabes ou internacionais. "Isso não constitui uma ameaça à segurança de nenhum país da região, nem representa uma escalada de tensões entre quaisquer dois Estados", disse Krimly.
"Os sauditas devem saber que um acordo no papel com a Turquia e o Paquistão não lhes traz segurança, assim como anos de fornecimento unilateral aos americanos não lhes trouxe segurança. Reformem suas políticas para que não precisem mendigar segurança dos outros", escreveu o integrante do parlamento iraniano Ebrahim Rezaei na mesma rede social.
O vice-ministro das Relações Exteriores para Assuntos Jurídicos e Internacionais Kazem Gharibabadi escreveu no Telegram que a segurança do Golfo Pérsico deve ser garantida pelos países da região. "Registramos ataques provenientes do território de alguns países vizinhos. Em alguns casos isolados, ocorreram ataques diretos. Teerã deseja resolver as questões de segurança regional sem intervenção estrangeira, afirmou. "O terreno está pronto para a retomada das negociações de segurança entre os países do Golfo Pérsico. Com base nas informações que possuímos, entendemos que esses países concluíram que qualquer expansão do conflito e a continuidade das ações militares na região seriam muito perigosas para sua própria segurança", concluiu.
(Com Agência Estado)
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