O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, participou de uma sessão de trabalho com os líderes do grupo em Evian-les-Bains, na França. De acordo com um diplomata francês, os países do G7, incluindo os EUA, concordaram em ampliar a pressão sobre a Rússia, especialmente por meio de sanções aos setores de petróleo e gás.
Os líderes também chegaram a uma posição comum de apoio à Ucrânia, prevendo o envio de capacidades adicionais de defesa aérea e outros meios de proteção. Com a redução da ajuda americana sob Trump, França e seus aliados europeus passaram a liderar o apoio militar e financeiro a Kiev.
Em meio às discussões, o Reino Unido anunciou novas sanções contra a chamada "frota fantasma" usada pela Rússia para exportar petróleo e gás e contra redes financeiras utilizadas por Moscou para contornar restrições ocidentais.
Horas antes da abertura da cúpula, a Rússia lançou centenas de drones e dezenas de mísseis contra grandes cidades ucranianas, em ataques que deixaram ao menos 11 mortos. Os bombardeios ocorreram após Trump conversar separadamente por telefone com Zelenski e com o presidente russo, Vladimir Putin.
Durante a campanha de 2024, Trump prometeu encerrar a guerra em até 24 horas após assumir o cargo, mas as negociações avançaram lentamente. Na segunda-feira, 15, a Ucrânia iniciou oficialmente as negociações para adesão à União Europeia, processo que exigirá anos de reformas. Kiev vê a entrada no bloco como uma garantia de segurança para o pós-guerra, embora continue defendendo a adesão à Otan, hipótese rejeitada pelo governo Trump.
Outras discussões
A cúpula também foi marcada por discussões sobre o Oriente Médio. Trump voltou a criticar a condução de Israel no conflito com o Hezbollah no Líbano e afirmou que os confrontos prolongados prejudicam o acordo alcançado com o Irã. Enquanto isso, os aliados europeus pressionam por avanços diplomáticos que reduzam os impactos da alta do petróleo provocada pelo bloqueio do Estreito de Ormuz. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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