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Justiça Terça-feira, 03 de Junho de 2014, 15:30 - A | A

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Terça-feira, 03 de Junho de 2014, 15h:30 - A | A

HOMCÍDIO

Vereador é condenado, mas continua no cargo na Câmara

ELIANA BESS


Oito anos depois de cometer um assassinato, vereador do município de Arenápolis (258 km Cuiabá) é condenado a mais de 16 anos de prisão, sendo 14 deles em regime fechado, mas continua no cargo. A confirmação de que ele está na ativa foi repassada por servidores da prefeitura local, que pediram para não ser identificados.

Wanderson Brito Pinto foi condenado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Tangará da Serra (239 km de Cuiabá), a 16 anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio, ocorridos em 1º de janeiro de 2006, durante as comemorações de Réveillon em Arenápolis.

Arquivo

No entanto, o juiz João Francisco Campos de Almeida, que determinou a condenação, reporta-se ao art. 387 do Código de Processo Penal, e diante disso, "considerando que o réu respondeu o processo em liberdade e por não se fazerem presentes os requisitos da prisão preventiva, concedeu ao vereador ao réu o direito de apelar em liberdade a sentença”.

Consta nos autos, que por volta das 2h da madrugada, o vereador entrou em discussão com Alex Mendes da Costa e Marcelo Machado de Souza em decorrência da colocação de fogos de artifício no veículo que utilizava.

Alcoolizado, o réu pegou um revolver calibre 38 em seu carro e desferiu vários disparos em direção à dupla, em plena via pública.

Alex Mendes da Costa foi atingido por três tiros e morreu. Marcelo Machado de Souza também atingido por três disparos, sendo que um deles atingiu seu abdômen.

Para os jurados, o motivo do crime foi considerado fútil, desproporcional e inadequado para a conduta do réu, “que ceifou a vida de um semelhante após uma discussão banal, além de ferir outra vítima”.

Além disso, o réu poderia atingir outras pessoas inocentes que estavam no local e, mesmo assim, não se intimidou.

O Hipernotícias tentou contato com o vereador, mas o telefone celular encontrava-se desligado.

DECISÃO
Pelo crime de homicídio, o juiz determinou pena de 14 anos de reclusão em regime fechado. Pela tentativa de homicídio, a pena foi de 2 anos e 11 meses, com cumprimento em regime aberto. Somando-se, a pena final foi de 16 anos de 11 meses de reclusão pelos crimes cometidos.

A condenação foi publicada no dia 29 de maio de 2014, atendendo à determinação do juiz presidente do Tribunal do Júri da Comarca de Tangará da Serra, João Francisco Campos de Almeida.

ELEIÇÃO
Em dezembro do ano passado Wanderson Pinto disputou a eleição da Câmara Municipal, mas perdeu as eleições por um voto, e Douglas Dorilêo, vereador de primeiro mandado foi eleito. (Com Assessoria)


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