O comendador João Arcanjo Ribeiro deve permanecer na Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Rondônia até que sua transferência para Cuiabá seja decidida pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ).
A determinação é da juíza federal Juliana Maria da Paixão, de Porto Velho (RO), que determinou a suspensão da vinda de Arcanjo, prevista para o próximo dia 4, até que o STJ analise o pedido da Justiça Estadual.
Na última quarta-feira (29), o titular da 2ª Vara Criminal de Cuiabá, juiz Geraldo Fernandes Fidélis Neto, recorreu ao Supremo para que a transferência seja prorrogada para daqui a 360 dias. O magistrado argumentou que o período é necessário para que o Estado possa se organizar e realizar melhorias na Penitenciária Central do Estado (PCE), local para onde Arcanjo seria encaminhado.
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Além disso, o magistrado considerou que, com a transferência para Cuiabá, o ex-bicheiro ficaria perto dos antigos comparsas, como os condenados ex-cabo da Polícia Militar, Hércules Agostinho, e Célio Alves, que participaram do assassinato do jornalista e dono do jornal Folha do Estado, Sávio Brandão.
Conforme a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Justiça e Direito Humanos (Sejudh), Arcanjo permanece na Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Porto Velho até que o STJ aponte o destino do comendador.
Ainda não há previsão de quando o STJ analisará o pedido da Justiça Estadual sobre o caso.
Além da morte de Sávio Brandão, Arcanjo é acusado de envolvimento nos assassinatos de Mauro Sérgio Manhoso, Rivelino Jacques Brunini, Fauze Rachid Jaudy, Valdir Pereira, Leandro Gomes dos Santos, Celso Borges e Mauro Celso de Moraes.
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