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Justiça Quinta-feira, 08 de Outubro de 2020, 20:06 - A | A

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Quinta-feira, 08 de Outubro de 2020, 20h:06 - A | A

ALVO DA OPERAÇÃO SODOMA

Justiça desbloqueia imóvel de ex-chefe de gabinete de Silval

RAYNNA NICOLAS

O juiz Bruno D'Oliveira Marques, da Vara de Ação Civil Publica e Ação Popular, liberou, nesta quinta-feira (8), um imóvel atribuído a Silvio Cezar Corrêa Araújo, que foi chefe de gabinete do ex-governador Silval Barbosa. A determinação atende a um pedido de Gabrielle Fernandes da Silva, com quem Silvio foi casado entre 2013 e 2014.

Alan Cosme/HiperNotícias

silvio correa

 

Em decisão anterior, a Justiça já havia reconhecido que o imóvel em questão tinha sido adquirido pela mulher antes da união formal do casal, no fim de 2013.

No entanto, nesta quinta (8), o juiz Bruno D'Oliveira Marques estendeu o desbloqueio a todas as ações que tenham como polo passivo o ex-chefe de gabinete. 

"DEFIRO o pedido formulado nestes autos – Código 1108643, por Gracielle Fernandes da Silva, o que faço para determinar o levantamento da constrição de indisponibilidade que recaiu sobre o imóvel registrado sob a matrícula n.º 96022 do Segundo Serviço Notarial e Registral da 1ª Circunscrição Imobiliária de Cuiabá, devendo a liberação do bem ser efetivada com relação a todas as ações em tramite neste Juízo, que tenham no polo passivo o demandado Silvio Cezar Correa Araújo", escreveu o magistrado. 

O bloqueio do imóvel havia sido determinado por conta do envolvimento de Silvio com esquemas de corrupção durante o governo de Silval Barbosa, apurados pela Operação Sodoma. 

Segundo as investigações, que levaram à prisão do ex-governador e de Silvio, o esquema era baseado em fraudes em incentivos fiscais, pagamento de proprina e lavagem de dinheiro. 

Vários parlamentares da Assembleia Legislativa chegaram a ser filmados supostamente recebendo propina do ex-chefe de gabinete no Palácio Paiaguás. Dentre eles o atual prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), no caso que ficou nacionalmente conhecido como "Caso do Paletó". 

O prefeito, no entanto, se defende das acusações e diz que não fez parte do esquema. Segundo Pinheiro, seu encontro com o ex-chefe de gabinete era para receber dinheiro de dívidas de pesquisas entre Silval Barbosa e seu irmão, Marco Polo de Freitas Pinheiro, o Popó.  

 

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