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Justiça Terça-feira, 18 de Dezembro de 2018, 11:44 - A | A

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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2018, 11h:44 - A | A

INTIMIDAVA SERVIDORES

Huark seria o líder de quadrilha de fraudes e mandava em secretaria mesmo exonerado

LEONARDO HEITOR

Na decisão do juiz Marcos Faleiros da Silva, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, que determinou a prisão do ex-secretário Municipal de Saúde de Cuiabá, Huark Douglas Correia da Costa e outras sete pessoas, consta o depoimento de uma testemunha que afirma que, mesmo após ele ter sido exonerado, no dia 4 de dezembro, o ex-chefe da Pasta continuava mandando na secretaria.

 

Alan Cosme/HiperNoticias

 Huark Douglas Correia/secretario de saúde de Cuiabá

 

O juiz aponta que Huark seria o líder da organização criminosa. No depoimento de uma das testemunhas, a mesma relatou que o secretário-adjunto municipal de Gestão de Saúde, Flávio Taques, atualmente foragido, estaria dificultando a apuração do levantamento dos serviços prestados.

 

“Ressaltou ainda que mesmo exonerado Huark continua mandando na Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, conduzindo todos os pagamentos irregulares e que Flávio Taques está dificultando a apuração do levantamento dos serviços prestados contratualizados, retirando servidores que detém informações sobre contratualização e medicamentos e transferindo para o almoxarifado na região do Coxipó”, diz a decisão.

 

Huark foi preso na manhã desta terça-feira (18). Ele é um dos alvos de mandados de prisão na Operação Sangria 2. Ao todo, oito pessoas tiveram a prisão decretada pela Justiça: Fábio Liberali Weissheimer, Adriano Luiz Sousa, Kedna Iracema Fonteneli Servo, Celita Liberali e Luciano Correa Ribeiro. Todos foram levados para a Delegacia Fazendária (Defaz).

 

O delegado Lindomar Tofoli efetuou a prisão do ex-secretário municipal Huark Douglas Correia da Costa, em uma chácara em Santo Antônio do Leverger. Ele foi exonerado do cargo no dia da deflagração da primeira fase da Operação Sangria, após ter seu afastamento pedido pelo Ministério Público Federal (MPF).

 

A operação, oriunda de investigação da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), é desdobramento do cumprimento de onze mandados de busca e apreensão, expedidos pela 7ª Vara Criminal de Cuiabá, ocorridos no dia 4 de dezembro, para apurar irregularidades em licitações e contratos firmados com as empresas Proclin (Sociedade Mato-Grossense de Assistência Médica em Medicina Interna), Qualycare (Serviços de Saúde e Atendimento Domiciliar LTDA) e a Prox Participações, firmados com o município de Cuiabá e o Estado.

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Critico 18/12/2018

Tem que prender o chefe "DINHEIRO NO PALETÓ"

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