A solicitação feita por Viveiros tem como base a investigação da Polícia Federal. De acordo com ela, o promotor teria atuado em um suposto esquema de proteção ao ex-secretário Eder Moraes Dias, apontado como mentor e operador de esquema de lavagem de dinheiro, usado para pagar propina a agentes políticos, abastecer caixas de campanha, entre outras coisas.
Depois de proposta a abertura do PAD, 2 procuradores pediram vistas do processo, Eliana Maranhão e Edmilson da Costa Pereira. O assunto deverá ser retomado ainda em dezembro, mas após as eleições para Procurador Geral de Justiça, marcadas para o dia 10 de dezembro. O Conselho Superior conta com 11 membros, entre eles o Procurador-Geral, Paulo Prado, e o corregedor, Viveiros.
Regenold teria intermediado os contatos de Eder junto ao Ministério Público Federal. O ex-secretário teria o interesse em se tornar delator premiado no processo e, tentando ocultar sua identidade, buscado auxílio junto ao promotor, à época lotado no Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). Os 2 trocaram diversos telefonemas, inclusive no momento em que agentes da PF cumpriam mandado de busca e apreensão na casa de Eder.
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