O Real começou o jogo pressionando os donos da casa, principalmente pelo lado direito com boas interações entre Arda Guler e Denzel Dumfries. E foi justamente dos pés do meia turco que nasceu o gol do time madrilenho. Em cobrança de falta pela lateral, ele levantou a bola na área do Espanyol. Bellingham apareceu livre no meio da área e cabeceou para marcar.
Melhor em campo, o Real manteve a pressão e esteve próximo de ampliar, mas pecou nas finalizações. Após um início em que ficou acuado, o Espanyol conseguiu equilibrar as ações ao subir a marcação e chegou ao empate aos 30, com uma bela finalização de Calatrava após receber passe de Hernandez.
No início do segundo tempo, a posse de bola ficou mais equilibrada, mas enquanto o Real enfrentava uma bem armada barreira em frente à área e conseguia finalizar diante do goleiro Dmitrovic, o Espanyol apostava em rápidas escapadas ao ataque, mas não perturbava Courtois.
Pouco antes da metade da segunda etapa, Mourinho mexeu no Real e colocou em campo Cucurrella e Diomande, o reforço mais caro do time nesta janela de transferências. Apesar das investidas do atacante marfinense de 19 anos pela direita, o Real perdeu um pouco de criatividade com a saída de Arda Guller.
No fim do jogo, aos 35, Mourinho fez três alterações de uma vez. Colocando em campo Alexander-Arnold, Camavinga e Espi, no lugar de Bellingham. O time de Mourinho aumentou o volume de jogo e tinha 20 finalizações, sendo 12 na segunda etapa, contra 8 dos mandantes, e apenas 1 nos 45 minutos finais, quando Carlos Espi, de 21 anos, chutou dentro da área e garantiu os 3 pontos para o Real.
Vindo do Levante, Espi tem 1,94 m e deve disputar espaço com Endrick, que lesionado não foi relacionado para enfrentar o Espanyol.
(Com Agência Estado)
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