Em reportagem do jornal "Olé", o doutor contou que foi à casa do técnico do Gimnasia y Esgrima para convencê-lo pessoalmente a mudar a rotina. "Ele toma alguns remédios para controlar a ansiedade há algum tempo. São tratamentos que continuamos porque alguns medicamentos não podem ser removidos de forma brusca. O corpo desenvolve tolerância e a retirada drástica pode causar problemas", disse Luque, que chegou a jogar futvôlei com o craque.
"Sobre o álcool, Diego bebe, mas estamos trabalhando. Diego está completamente limpo de cocaína, mas às vezes ele se excede no álcool. Outras vezes não. Os problemas causados pela quarentena são terríveis para ele", revelou o médico.
O futebol na Argentina foi suspenso em março, por causa da pandemia. Maradona dirigiu o Gimnasia em 19 partidas, só obteve seis vitórias e escapou do rebaixamento porque a Associação de Futebol da Argentina (AFA) cancelou a temporada devido à pandemia e suspendeu o descenso até 2022.
(Com Agência Estado)
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