"O Flamengo manifesta total solidariedade e apoio a Bruno Henrique, um dos maiores ídolos da história do clube. Não há espaço para qualquer forma de preconceito dentro ou fora dos estádios", afirma a nota do clube. "O racismo é crime e não pode ser naturalizado nem tratado com tolerância."
Bruno Henrique marcou o segundo gol do Flamengo no empate em 2 a 2 após receber passe de Samuel Lino, deixar um adversário no chão e finalizar cruzado no reencontro entre as equipes após a histórica final da Libertadores de 2019, vencida pelo clube do Rio.
Durante o amistoso, de acordo com o Flamengo, o atacante foi alvo de manifestações discriminatórias por parte de torcedores do River. Após o jogo, os ataques se intensificaram nas redes sociais, com comentários e mensagens de cunho racista.
O clube do Rio afirma que o enfrentamento à discriminação integra o Estatuto Social da entidade. "Além disso, o clube desenvolve ações permanentes de conscientização e letramento racial, especialmente nas categorias de base, por meio de campanhas institucionais, projetos de formação e parcerias."
O Flamengo afirma que continuará atuando de forma firme no combate a toda forma de discriminação e reforça que vítimas ou testemunhas devem denunciar os casos às autoridades competentes. "Respeito, igualdade e dignidade humana são valores inegociáveis."
Na intertemporada em Portugal, o Flamengo ainda enfrenta o Lausanne, da Suíça, no dia 8, e o Benfica, de Portugal, no dia 11.
(Com Agência Estado)
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