Segundo a apuração do noticioso, a prioridade agora vai ser resolver os problemas com a unidade de potência da nova parceira Honda, que impedem o AMR26, projetdo por Newey, de conseguir completar uma corrida inteira.
Weathley, que está na Audi desde o mês de maio do ano passado, deverá retornar à Inglaterra após apenas dez meses. A transferência de equipe agora depende apenas de detalhes do contrato para que o dirigente possa ser liberado.
A mudança acontece em um momento de turbulência e muita cobrança na Aston Martin, já que a escuderia iniciou a temporada sob grande expectativa. A contratação de Newey, autor de carros que conquistaram 12 títulos de construtores, e 14 de pilotos, fez com que os holofotes ficassem centralizados na escuderia.
A publicação informa ainda que a movimentação de Weathley para a Aston Martin indica uma procura de maior autonomia por parte do chefe de equipe. Na Audi, a convivência com o CEO Mattia Binotto significava uma falta de liberdade para atuar e impor suas ideias.
Após a realização de duas etapas do calendário da Fórmula 1, Fernando Alonso e Lance Stroll não conseguiram finalizar uma corrida este ano. O principal desafio para quem chega é tentar resolver as vibrações constantes dos carros da Aston Martin, oriundas da unidade de potência.
(Com Agência Estado)
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