"Este é um problema criado pela própria Fifa. A organização apertou o botão de autodestruição, e as consequências disso influenciam as soluções que precisam ser encontradas", afirmou Richard em entrevista à BBC.
O executivo mostrou suporte ao posicionamento da FA, que retirou seu apoio ao dirigente suíço. "Não acho que a Fifa deveria sequer cogitar vender uma participação na Copa do Mundo. Eles são uma organização sem fins lucrativos. Deveriam, na verdade, preservar essa competição como um patrimônio em benefício do futuro do futebol", completou.
Apesar da crise enfrentada na entidade, Infantino tentará se reeleger para o cargo de presidente da instituição, em eleição que acontece em março de 2027. Até o momento, nenhum outro candidato apareceu como seu concorrente.
"Acho que um eventual candidato de união deveria ter em sua agenda a reforma da Fifa e, talvez, até mesmo uma reforma do papel do presidente e de como ele se relaciona com essas questões", finalizou Masters para a BBC.
Richard Masters ocupa a posição de CEO da Premier League desde o final de 2019. Antes, ele atuou na liga como diretor de vendas e marketing e diretor gerente.
(Com Agência Estado)
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