A dupla apresentou um plano de atuação sobre diferentes temas. Casares afirmou que há uma obrigação de uma gestão austera, em função das dívidas. Mas prometeu, ainda assim, que o elenco será forte, com o investimento se concentrando no futebol. E com apostas mais certeiras nas contratações, até enumerando nomes de atletas que não se saíram bem com a camisa do São Paulo.
"Austeridade é você ter equilíbrio na contratação. Ter uma base sólida, com jogadores cascudos, estrelas. Temos exemplos de contratações que não devem acontecer como Biro Biro, Everton Felipe, Maicosuel", disse.
Casares assegurou não ser um candidato de situação, buscando se afastar de João Paulo de Jesus Lopes, o Leco, atual presidente do São Paulo e a quem apoiou na eleição anterior. Apontou, assim, ser um candidato de coalizão com diferentes grupos políticos do clube. "Não somos candidatos da situação. Somos de coalizão, de setores que pensam diferente a favor do São Paulo", afirmou.
Se Casares formalizou a sua participação na eleição, o São Paulo tem três pré-candidatos: Marco Aurélio Cunha, Roberto Natel e Sylvio de Barros. A eleição no clube é indireta, com os sócios escolhendo os conselheiros, que vão eleger o presidente.
(Com Agência Estado)
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