Trump comparou os alertas sobre possíveis riscos da IA às previsões relacionadas às mudanças climáticas, classificando-os como uma "farsa".
"As mesmas pessoas que disseram: 'Estaremos todos mortos em doze anos por causa do aquecimento global' - nome que desde então foi 'rebatizado' como mudança climática, porque o planeta estava esfriando, e não aquecendo, e ninguém morreu - são as mesmas que agora dizem que a IA vai nos matar, que robôs vão nos atacar e que tudo é um DESASTRE", escreveu o presidente dos EUA.
Ele afirmou, porém, que o governo adotará cautela e poderá recorrer ao Departamento de Justiça e a outros órgãos de segurança caso considere necessária alguma intervenção. "Vou apenas incentivar a IA ou SI (superinteligência)", acrescentou. "Não vou sufocar o crescimento de algo que será maior do que a Revolução Industrial ou a própria internet", publicou.
A declaração reforça a posição defendida por Trump nos últimos dias, após ele anunciar que pretende nomear um novo "czar" da IA e criar uma "Força de IA".
O presidente dos EUA também tem rejeitado pedidos de executivos do setor por uma desaceleração no desenvolvimento dos sistemas mais avançados.
A disputa com a China permanece no centro da estratégia norte-americana para a tecnologia. Trump afirmou que pretende preservar a liderança dos EUA, em meio às discussões entre Washington e Pequim que incluem temas ligados à IA.
Nesta segunda, o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que ambos os países criarão um canal de comunicação direto para lidar com incidentes relacionados à tecnologia.
(Com Agência Estado)
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