Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,75%, a 10.739,01 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,07%, a 25.573,66 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,92%, a 8.138,94 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,60%, a 52.371,54 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,26%, a 19.758,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,79%, a 9.617,39 pontos. As cotações são preliminares.
A queda do petróleo pela quarta sessão seguida ajudou a reduzir a pressão sobre os mercados de dívida.
Para a Zaye Capital Markets, o movimento reflete uma reversão parcial do prêmio de risco geopolítico, enquanto o Commerzbank afirmou que os próximos dias serão decisivos para saber se os mercados de títulos conseguirão se estabilizar.
A ANZ, contudo, alertou que o conflito ampliado no Oriente Médio ainda mantém elevados os riscos para a oferta de petróleo do Golfo Pérsico.
Entre as ações, bancos (+1,8%) e empresas de tecnologia (+1,7%) se destacaram. Em Paris, Société Générale avançou 2,1% após anunciar metas para elevar a rentabilidade. No setor de chips, ASML (+2,6%), ASM International (+2,4%), Infineon (+4%) e STMicroelectronics (+3%) subiram, acompanhando o apetite por papéis ligados à inteligência artificial (IA).
Na direção oposta, petrolíferas recuaram com a queda do barril. O subíndice do setor caiu 0,6% no Stoxx 600. BP (-2,8%), Shell (-1,1%), Eni (-0,9%), Repsol (-1,1%) e TotalEnergies (-0,9%) fecharam no vermelho. Volkswagen caiu 0,7% após reduzir sua projeção de lucro anual e sinalizar baixas contábeis ligadas à Porsche (-2,9%).
Em Copenhague, Novo Nordisk recuou 7,6% após apresentar novas metas de crescimento para recuperar espaço no mercado de medicamentos contra obesidade.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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