Segundo ele, o transporte rodoviário de cargas possui legislação própria e, por isso, os motoristas profissionais não devem ser diretamente afetados pelas mudanças em discussão.
"O setor tem uma legislação muito específica, muito própria. Se tiver que fazer algum ajuste, depois a gente faz na regulamentação própria, nos acordos coletivos", disse em entrevista ao programa "Bom Dia, Ministro", da EBC.
Santoro afirmou que eventuais impactos das alterações recaem principalmente sobre embarcadores e operadores logísticos, e não sobre os caminhoneiros. Ainda assim, ressaltou que o governo está acompanhando o debate e não descarta ajustes para acomodar as particularidades do setor.
O ministro avaliou que o período de transição previsto para a implementação das novas regras permitirá que empresas e trabalhadores se adaptem gradualmente às mudanças. Segundo ele, o processo deverá ocorrer de forma "muito tranquila", sem prejuízos para a atividade de transporte de cargas.
(Com Agência Estado)
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