É a primeira vez desde agosto de 2025 que a reserva fica abaixo de R$ 1 trilhão. Na comparação com março de 2025, o resultado do mês passado representa uma alta nominal de 1,86%.
A reserva serve para honrar compromissos com investidores que compram os títulos brasileiros, e é vista como termômetro para saber se o País tem recursos para pagar seus compromissos, ou se precisaria recorrer rapidamente ao mercado para reforçar o caixa.
O montante disponível em março era suficiente para cobrir 5,69 meses de pagamentos de títulos, ante 6,41 meses em fevereiro. O Tesouro trabalha com um mínimo prudencial de três meses de vencimentos.
Participação de estrangeiros na DPMFi
A participação dos investidores estrangeiros no estoque da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) caiu de 10,75% em fevereiro, para 10,70% em março, informou o Tesouro Nacional.
O estoque de papéis nas mãos dos estrangeiros teve queda de R$ 25,99 bilhões, passando de R$ 914,65 bilhões para R$ 888,66 bilhões no período.
As instituições financeiras continuam tendo a maior participação no estoque da DPMFi: de 31,47% em março, ante 31,76% em fevereiro. A parcela dos fundos de investimento passou de 21,58% para 20,86%, e a do grupo de previdência subiu de 22,59% para 23,00%. As seguradoras passaram de 3,57% para 3,67%.
(Com Agência Estado)
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