O resultado refletiu ganhos de eficiência operacional, redução de despesas fixas e melhora da margem Ebitda ajustada, apesar da pressão sobre a receita líquida em meio à redução da base de vidas administradas e aos efeitos dos desafios operacionais enfrentados no fim de 2025.
No primeiro trimestre, a receita líquida somou R$ 333,0 milhões, queda de 6,6% na comparação anual. Segundo a companhia, o desempenho foi impactado principalmente pela redução de vidas na carteira administrada após a descontinuação de operações de determinadas operadoras no quarto trimestre de 2025.
De janeiro a março, o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 136,7 milhões, queda de 2,7% ante o primeiro trimestre de 2025. A margem Ebitda ajustada avançou 1,7 ponto porcentual (p.p.) na mesma base de comparação, para 41,1%.
A dívida líquida fechou março em R$ 777,9 milhões, queda de 8,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Com isso, a alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado dos últimos 12 meses, ficou em 1,34 vez, estável na comparação anual.
No trimestre, o fluxo de caixa livre recorrente somou R$ 126,3 milhões, queda de 11,3% ante o primeiro trimestre de 2025.
(Com Agência Estado)
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