Na reunião, segundo o ministro, o superintendente de Itajaí, Artur Antunes, apresentou suas demandas em relação ao leilão do serviço, mas não pediu sua paralisação. "Ele trouxe algumas dúvidas e algumas sugestões que naturalmente a gente escuta, porque a gente está fazendo uma construção que é coletiva. Mas não houve demanda para paralisar o processo, o processo segue", afirmou durante evento de seguros no setor logístico.
O ministro afirmou ainda que a Pasta segue com o entendimento de que a concessão de canais de acesso marítimos aos portos será responsável para garantir a previsibilidade, segurança jurídica e entrega de serviços nos terminais.
(Com Agência Estado)
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