Economia Quinta-feira, 03 de Novembro de 2011, 18:02 - A | A

Quinta-feira, 03 de Novembro de 2011, 18h:02 - A | A

CESTA BÁSICA

Preços caem, mas Cuiabá mantém posição de 4º lugar no ranking nacional

Cesta básica foi comercializada em Cuiabá por R$ 245,54 no mês de outubro, 1,04% mais barato que em setembro. Alta dos últimos 13 meses chega a 8,79%

DA KGM COMUNICAÇÃO

A ração mínima de alimentos considerados essenciais para alimentar um trabalhador adulto por um mês sofreu uma ligeira queda em Cuiabá no mês de outubro. Na comparação com setembro, a cesta básica caiu de R$ 257,13 para R$ 254,45, uma variação negativa de 1,04%. Os dados são da KGM Pesquisas, que realiza o estudo em Cuiabá.

Mesmo com a queda, Cuiabá manteve a posição de quarta cesta básica mais cara do país, uma vez que a maioria das capitais registrou queda em outubro, conforme aponta o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), que realiza o estudo nacional.

Os preços de Cuiabá que mais sofreram alta foram os da batata, café e arroz, respectivamente de 16,05%, 9,24% e 4,01%.

Já sete dos 13 itens que compõem a cesta básica tiveram queda e ajudaram a reduzir o valor global, com destaque para açúcar, leite e manteiga, que foram comprados mais baratos em -9,42%, -7,60% e -7,36%, respectivamente.

A alta acumulada da cesta básica em Cuiabá nos últimos 13 meses, compreendidos entre outubro de 2010 e outubro de 2011, é de 8,79% no levantamento da KGM Pesquisas.

NACIONAL

De acordo com o Dieese, ao contrário do que ocorreu em setembro, quando 09 cidades registraram queda no preço dos gêneros alimentícios essenciais, em outubro, 10 localidades indicaram alta no custo dos produtos básicos. Porto Alegre (1,93%), Curitiba (1,61%) e Vitória (0,95%) apresentaram os maiores aumentos. As retrações ocorreram em todas as capitais da região nordeste, sendo as mais significativas apuradas em Natal (-2,63) e Fortaleza (-2,22%). Fora da região Nordeste, a única capital com queda no valor da cesta foi São Paulo (-0,08).

O Dieese realiza a pesquisa em 17 capitais brasileiras onde possui escritório de representação. Em Cuiabá – onde o Dieese não tem escritório -, o trabalho é feito pela KGM Pesquisas, por sua própria iniciativa, desde 2005.

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