Diante do volume de alimentos negociado globalmente e do viés protecionista dos países, o executivo descartou propostas de criação de uma aliança de países produtores de alimentos ao estilo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). "A concentração de oferta na Opep é muito grande. Como o volume de exportação alimentar no mundo é baixo, essa 'Opep da comida' não vai dar certo", explicou.
Plöger ressaltou que o trunfo brasileiro permanece na agronomia tropical e na capacidade de realizar até três safras por ano com alto aproveitamento fotossintético, aproximando a produção no campo da eficiência industrial just in time. "A indústria e o agro estão intimamente ligados. Por causa dessa dinâmica, os distribuidores do futuro serão distribuidores de ideias, de tecnologia e de recomendações diferenciadas", disse o executivo.
(Com Agência Estado)
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