Em nota, a diretora associada de Economia da S&P Global, Pollyanna de Lima, destacou que o resultado em janeiro reforça o padrão visto no setor em meses recentes, com fraqueza persistente na demanda.
"Diante da contínua redução nos pedidos em atraso, a ausência de novos projetos e a preferência das empresas por estoques enxutos, é provável que a produção permaneça em território contracionista no curto prazo", prevê ela.
Pollyanna de Lima avalia que até existe um otimismo por parte das empresas do setor, dada a perspectiva de redução nos custos de empréstimos e melhora da demanda, mas que o ajuste operacional já em curso sugere que a indústria no País se prepara para uma moderação mais prolongada da atividade. "Para agravar o cenário, os preços de insumos vêm apresentando elevação gradual, o que tem levado a um novo aumento nos preços médios praticados, com potencial para comprometer a competitividade e restringir ainda mais a demanda", complementa.
(Com Agência Estado)
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