Johnson afirmou contar com o apoio do presidente dos EUA, Donald Trump, para garantir a aprovação. Trump articulou com senadores a separação do financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS) de um pacote mais amplo, após indignação pública com duas mortes a tiros durante protestos em Minneapolis contra o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). Pelo plano aprovado no Senado, o DHS teria recursos temporários até 13 de fevereiro, criando um prazo para negociações sobre eventuais restrições às ações do ICE.
"O presidente está liderando isso", disse Johnson à Fox News, afirmando que Trump quer "reduzir o tom" das operações de imigração. Um primeiro teste ocorre nesta segunda-feira, quando Johnson precisará do apoio da maioria republicana em uma comissão, após democratas se recusarem a acelerar a tramitação.
Os democratas exigem mudanças mais profundas, como a identificação obrigatória de agentes, o fim de patrulhas móveis e exigência de mandados judiciais, além de recursos já previstos para câmeras corporais. "O DHS precisa ser drasticamente reformado", disse o líder democrata Hakeem Jeffries, segundo a Associated Press.
Republicanos, por sua vez, defendem financiamento integral ao DHS e pressionam pela inclusão de outras medidas, como o SAVE Act, que exigiria comprovação de cidadania para votar. Enquanto isso, o shutdown afeta diversas agências federais. Serviços essenciais seguem operando, mas servidores podem ficar sem salário. Parlamentares alertam para possíveis impactos sobre a agência de gestão de emergências (FEMA).
Trump sinalizou interesse em encerrar rapidamente o impasse. Johnson disse ver espaço para acordo em pontos como câmeras corporais e o fim das patrulhas móveis, mas rejeitou a retirada de máscaras de agentes. Democratas afirmam que as operações do ICE estão fora de controle e também pedem a saída da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem.
(Com Agência Estado)
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