Em 2024, 11 dos 12 grupos de atividades ficaram estáveis ou cresceram. A Agropecuária foi a única atividade que recuou.
Sob a ótica da oferta, o PIB dos Serviços cresceu 3,8% em 2024, o da Indústria teve elevação de 3,1%, enquanto o da Agropecuária caiu 3,7%.
Pelo lado da demanda, o consumo final cresceu 4,4%. O consumo final das famílias cresceu 5,1% e a despesa de consumo final do governo cresceu 2,0%. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) subiu 6,9%, após queda de 3,0% em 2023. A taxa de investimento foi de 16,9% em 2024.
O valor adicionado bruto cresceu 3,1%, com impacto de 2,6 pontos porcentuais dos Serviços e 0,8 p.p da Indústria, que juntos representam mais de 93% do indicador. A Agropecuária negativamente com 0,3 p.p. O valor adicionado dos Serviços cresceu em todas as atividades, com informação e comunicação registrando a maior alta (6,1%).
O IBGE frisou, em nota, que a divulgação detalhada do PIB anual definitivo está temporariamente suspensa, mantendo-se apenas estimativas agregadas, em razão da transição para a nova base 2021.
"A publicação Sistema de Contas Nacionais: Brasil 2024 - Notas Técnicas do IBGE apresenta os resultados da série de Contas Nacionais com referência 2010, atualizados até 2024, com base no Sistema de Contas Nacionais Trimestrais. Em razão da transição para a nova base 2021, a divulgação detalhada foi temporariamente suspensa, mantendo-se apenas estimativas agregadas", informou o instituto.
(Com Agência Estado)
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