As informações apresentadas pela empresa referem-se exclusivamente à operação da Petz, sem considerar a fusão com a Cobasi.
Ao considerar os ajustes, que excluem efeitos extraordinários e contábeis, a companhia apurou lucro líquido de R$ 25,9 milhões no período, alta de 15,7% na base anual, refletindo ganhos de eficiência e maior diluição de despesas com o avanço da receita.
O Ebitda ajustado atingiu R$ 88,7 milhões no trimestre, crescimento de 6,5%, com margem de 9,3% sobre a receita líquida, praticamente estável na comparação anual. Segundo a companhia, o desempenho reflete uma evolução operacional sustentada, com equilíbrio entre crescimento das vendas e controle de custos.
A receita líquida somou R$ 951,5 milhões entre outubro e dezembro, avanço de 8,3% ante o quarto trimestre de 2024, impulsionada principalmente pelo desempenho do canal B2C e pela expansão do digital, que segue ganhando participação no mix.
No acumulado de 2025, a Petz registrou lucro líquido de R$ 49,2 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 27,5 milhões observado em 2024. Na mesma base, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 76,7 milhões, alta de 22,2%, indicando avanço mais consistente do resultado recorrente.
O Ebitda ajustado anual somou R$ 312,2 milhões em 2025, crescimento de 12,4% em relação ao ano anterior, com margem de 8,7%, em um movimento sustentado por alavancagem operacional, maturação das lojas e disciplina na gestão de despesas.
No resultado financeiro, a companhia registrou despesa de R$ 7,6 milhões no quarto trimestre, ante perda de R$ 28,6 milhões um ano antes, beneficiada pela menor pressão de efeitos não recorrentes. A operação de swap da dívida 4131 gerou impacto negativo de R$ 1,6 milhão no período, sem efeito caixa, abaixo da perda de R$ 19,5 milhões registrada no quarto trimestre de 2024.
A Petz encerrou o trimestre com caixa líquido de R$ 160,7 milhões, revertendo a posição de dívida líquida de R$ 88,6 milhões observada um ano antes. A variação positiva de R$ 249,3 milhões foi impulsionada principalmente pela geração de caixa operacional e pela maior eficiência na gestão do capital de giro.
Os investimentos somaram R$ 28,8 milhões no quarto trimestre, queda de 36% na comparação anual. Em 2025, o capex totalizou R$ 124,3 milhões, recuo de 21,5%. Segundo a companhia, o movimento reflete uma alocação mais estratégica de recursos, alinhada à busca por eficiência operacional e geração de caixa.
(Com Agência Estado)
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