Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para março fechou em alta de 2,88% (US$ 1,71), a US$ 61,07 o barril. Já o Brent para mesmo mês, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), subiu 2,84%% (US$ 1,82), a US$ 65,88 o barril. Na semana, avançaram 2,74% e 2,73%, respectivamente.
Trump ampliou o tom contra o Irã, com Washington ameaçando o Iraque com escassez de dólares por apoiarem as milícias do país persa, segundo o Financial Times. O republicano já havia alertado na quinta-feira que o governo americano está observando Teerã de perto para um possível ataque, mas prefere que "nada aconteça por lá".
"Isso e o frio extremo esperado em metade dos EUA neste fim de semana estão mantendo o petróleo em alta, superando a abundante oferta global e a retomada planejada das negociações de paz entre Rússia e Ucrânia", diz Dennis Kissler, do BOK Financial.
De acordo com o Commerzbank, a produção da commodity no maior campo petrolífero do Casaquistão segue paralisada. O banco alemão, no entanto, não espera que o preço do barril do Brent se estabilize em US$ 65 a longo prazo, com a situação do lado da oferta pressionando os preços futuramente.
Na questão da Groenlândia, narrativas diferentes entre os EUA e a Europa criaram percepção de incerteza para os investidores. A ministra de Negócios, Comércio e Recursos Minerais da ilha, Naaja Nathanielsen, afirmou que as negociações estão "de volta ao ponto em que estavam há uma semana".
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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