Miran observou que o Fed já coopera com o governo em diversas frentes e destacou que a atuação independente do banco central deve se concentrar no ciclo da política monetária. "A independência do Fed leva a decisões melhores, mas não existe um banco central 100% independente", afirmou.
O dirigente também disse que as tarifas não representam um fator inflacionário significativo e avaliou que as medidas aplicadas a diversos países podem contribuir para a queda dos juros ao longo do tempo. Segundo Miran, o aumento da arrecadação com tarifas tem ajudado as contas do governo. "O mundo está começando a enxergar as tarifas como menos prejudiciais do que se imaginava", disse.
Miran ainda descartou impactos relevantes da política tarifária sobre o dólar, ressaltando a força da moeda americana como reserva global. Segundo ele, também seria necessário um movimento muito expressivo do dólar para afetar a inflação, já que as oscilações cambiais recentes têm sido modestas e exercido impacto limitado sobre a política monetária. "Não vejo isso como algo que tenha tido consequências relevantes para a política monetária até agora", concluiu.
(Com Agência Estado)
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