"O candidato Flávio Bolsonaro parece desconhecer a completa omissão do governo do próprio pai, Jair Bolsonaro, no financiamento ao governo do Estado de São Paulo e às prefeituras paulistas. Lula é o presidente que mais fez por São Paulo, com entregas concretas, que transformam a vida de quem vive no Estado. Os números falam por si", disse Mercadante em nota neste domingo.
Somente para o governo do Estado de São Paulo foram R$ 13,7 bilhões, 4,5 vezes mais que o realizado no governo Bolsonaro, que foi de R$ 3 bilhões, informou. E para a cidade de São Paulo foram R$ 2,5 bilhões, enquanto no governo anterior nada foi aprovado, explicou.
Segundo ele, na comparação dos dois governos, em São Paulo aumentaram as aprovações em todos os segmentos. Para a indústria, esse aumento foi de 166%. Para agropecuária, de 31%. Para comércio e serviços, 71%. E para infraestrutura, 31%. "Na inovação, o aumento foi de 1.092%, passando de R$ 1,5 bilhão para R$ 18,3 bilhões. Em 2025, foram aprovados R$ 13,1 bilhões para exportação do Estado, aumento de 164% no período 2023-2025 em relação a 2019-2022", explicou Mercadante.
Só para a indústria, dentro do programa Nova Indústria Brasil (NIB), foram R$ 120,4 bilhões aprovados em 36,2 mil operações em São Paulo. Na modernização da infraestrutura paulista, foram R$ 2 bilhões para ampliação e modernização do aeroporto de Congonhas; R$ 10,7 bilhões para a duplicação da Via Dutra e Rio-Santos; e R$ 2,96 bilhões para rodovias do noroeste paulista.
Intercidades
Ele informou que R$ 6,4 bilhões foram aprovados para o Estado de São Paulo construir o Trem Intercidades (São Paulo - Campinas); R$ 6 bilhões para a aquisição de 44 trens da linha 2 do metrô; R$ 1,35 bilhão para a retomada e finalização das obras do Rodoanel; R$ 12,3 bilhões para a Linha 6-Laranja do metrô; R$ 3,4 bilhões para a Linha Diamante do metrô; e R$ 386 milhões para uma nova planta do Instituto Butantan. Para a prefeitura de São Paulo, foram destinados R$ 2,5 bilhões, para aquisição de 1,3 mil ônibus elétricos.
"Isso tudo porque o governo do presidente Lula trata os governos de Estados e dos municípios de forma republicana, com foco na melhoria da qualidade de vida da população, independentemente da posição política de governadores e de prefeitos. Sempre que possível, procuramos construir pontes e viabilizar os projetos estruturantes do País", afirmou. "Infelizmente, não temos tido reciprocidade de alguns governadores, que não reconhecem publicamente o esforço do governo Lula na realização dessas parcerias. Ao contrário, patrocinam uma narrativa de polarização típica da extrema direita em todo mundo, que até pouco tempo atrás não existia na política brasileira", concluiu Mercadante.
(Com Agência Estado)
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