"O governo brasileiro jamais celebrará hoje, ou qualquer data, qualquer tipo de acordo que possa representar a violação dos interesses do País e do setor produtivo das brasileiras e dos brasileiro", disse, durante entrevista coletiva sobre a nova tarifa.
O ministro disse ainda que o governo vai trabalhar para prestar auxílio e para diversificar os mercados compradores para os setores que mais ficaram prejudicados ao serem incluídos na lista de produtos taxados.
"Os setores mais atingidos, como o setor de madeira, máquinas, equipamentos elétricos, móveis, mobiliários, produtos cerâmicos, calçados, açúcar poderão contar com a ajuda do governo federal de diferentes formas. Um deles é apoiar a diversificação de mercados", afirmou.
Além de Márcio Elias, participam da coletiva o vice-presidente da República Geraldo Alckmin, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira e o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco. A coletiva ocorre na sede do MDIC, em Brasília.
(Com Agência Estado)
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