"Os mecanismos de proteção associados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foram acionados conforme o modelo institucional vigente, evidenciando a capacidade de absorção de choques e a resiliência do sistema financeiro", diz a autoridade monetária
O BC observa que, após a liquidação, os clientes ressarcidos pelo FGC direcionaram recursos principalmente para instituições financeiras de maior porte e de maior relevância sistêmica, em linha com o esperado em eventos de resolução bancária.
Também destaca que "a crise pontual com o conglomerado Master não gerou impacto relevante nas taxas praticadas em instrumentos garantidos pelo FGC".
Emenda que a manutenção do amplo acesso das instituições financeiras ao mercado de captações reforça a confiança dos depositantes na higidez do SFN.
No REF, o BC também avalia que não há risco relevante para a estabilidade financeira. Diz que o SFN segue com capitalização e liquidez confortáveis, e provisões adequadas ao nível de perdas esperadas. "Além disso, os testes de estresse de capital e de liquidez demonstram a robustez do sistema bancário", afirma.
(Com Agência Estado)
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