"Concordo com o que me pareceu no Zeitgeist, de que esse sistema conseguiu durar tanto tempo, ou se propagar por tantas questões, por meios de indicações de âmbito não republicano, entre agentes privados e agentes públicos", declarou, em depoimento ao grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado que supervisiona o caso Master.
Accioly disse haver a possibilidade de que, durante as apurações, surjam informações sobre a participação de políticos no caso, mas não citou nomes. Afirmou, no entanto, não temer retaliações nem ter sido procurado por políticos desde que assumiu o comando interino da CVM. "Não houve aproximação de qualquer político. Nunca me senti ameaçado. Nesse ponto, muito tranquilo", falou.
(Com Agência Estado)
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