A taxa acumulada pela inflação no ano ficou em 3,20%. O resultado acumulado em 12 meses foi de 4,72% até maio, ante taxa de 4,39% até abril, acima, portanto, do teto da meta do Banco Central, de 4,50%.
O resultado também ficou acima das estimativas do Projeções Broadcast, que apontavam uma mediana de 0,55%. As projeções iam de 0,46% a 0,75%.
O grupo alimentos e bebidas respondeu por metade do resultado do mês, com alta de 1,33% e 0,29 ponto porcentual de impacto.
Em seguida, vêm os grupos de habitação, com 1,22% de variação e 0,18 p.p. de impacto, e saúde e cuidados pessoais, cuja alta foi de 0,90% e o impacto de 0,12 p.p. O subitem com maior impacto individual (0,15 p.p.) foi energia elétrica residencial, que subiu 3,67%.
Os preços de transportes caíram 0,46%, após alta de 0,06% em abril. O grupo deu uma contribuição negativa de 0,09 ponto porcentual para o IPCA.
Os preços de combustíveis tiveram queda de 1,95% em maio, após avanço de 1,80% no mês anterior. A gasolina caiu 1,46%, após ter registrado alta de 1,86% em abril, enquanto o etanol recuou 6,20%, após alta de 0,62%.
O Estadão/Broadcast calcula o impacto de cada grupo no IPCA com base na variação mensal e no peso mensal disponíveis no Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra). O resultado pode ter divergências pontuais com o impacto divulgado pelo IBGE, que considera mais casas decimais do que as disponibilizadas publicamente na taxa de cada item.
(Com Agência Estado)
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