A indústria extrativa, por sua vez, está 7,9% abaixo do auge de março de 2015 e a indústria de transformação, 17,6% abaixo do pico de maio de 2011.
Macedo afirmou que choques externos como guerras e tarifas podem afetar a produção, sobretudo em segmentos mais expostos ao comércio exterior. "Não podemos tirar do radar esses fatores externos."
Ele acrescentou, no entanto, que os efeitos tendem a aparecer em alguns segmentos específicos.
Na avaliação do técnico, o principal fator para perda de dinamismo da indústria nacional é a demanda doméstica mais fraca, num cenário de desaceleração econômica e política monetária restritiva. "O impacto da demanda doméstica por conta dessa desaceleração da economia como um todo, com o pano de fundo da política monetária, é algo importante a ser considerado", afirmou.
Ele acrescentou que o IBGE não quantifica o peso exato dos fatores externos sobre a produção industrial brasileira.
(Com Agência Estado)
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