"O ideal é, com um diálogo, e a gente tem tratado os temas, aprovar até o fim do ano, para que o ano que vem, com o fim do IPI, a gente substitua pelo imposto seletivo, mantendo o nosso compromisso na tributária de neutralidade fiscal com o país", declarou.
Segundo ele, há um diálogo que se faz necessário com o Congresso para evitar um embaraço e prejudicar a aprovação do tema ainda neste ano. Por isso, ele descartou o envio do IS antes das eleições.
"Nós estamos, de fato, dialogando com esses ministérios e com o Congresso Nacional para achar o melhor caminho. Veja, eu também trabalho com o Congresso Nacional nesse ponto, porque eu não posso criar um problema para o Congresso e jogar contra a própria tributária", completou.
Durigan disse ainda que é preciso tratar a reforma tributária como um pacto de Estado, sem fake news. Segundo ele, quem defende postergar a reforma tributária joga contra a economia do País.
(Com Agência Estado)
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