O recuo de 0,87% nos preços do segmento de alimentos deu a principal contribuição para o resultado do IPP, responsável por -0,21 ponto porcentual. Os preços dos alimentos recuaram pelo 10º mês consecutivo na porta de fábrica, acumulando uma queda de 10,00% em 12 meses. Em fevereiro, a redução de preços na atividade foi puxada pela queda nos açúcares.
"No caso dos alimentos, os açúcares foram os principais responsáveis pela queda. Esse movimento reflete tanto a redução dos preços no mercado internacional quanto a intensificação de promoções e descontos por parte das empresas no período, indicando um ambiente de maior negociação e aproveitamento de oportunidades de mercado", disse Alexandre Brandão, gerente de Análise, Metodologia e Planejamento do IBGE, em nota.
Os veículos automotores também ajudaram a deter o IPP, com recuo de 0,68% e impacto de -0,05 ponto porcentual.
Na direção oposta, as principais altas foram registradas por máquinas, aparelhos e materiais elétricos (1,73%), perfumaria, sabões e produtos de limpeza (1,44%), metalurgia (1,41%) e vestuário (1,32%). Metalurgia liderou o ranking de pressões, com impacto de 0,10 ponto porcentual, seguida por máquinas, aparelhos e materiais elétricos, 0,05 ponto porcentual.
(Com Agência Estado)
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