Warsh classificou a IA como a mudança mais significativa para os EUA e para o mundo que já viu em sua vida, e disse levar o tema a sério como banqueiro central. Segundo ele, a tecnologia está expandindo primeiro o lado da demanda agregada antes de seus benefícios de longo prazo aparecerem no lado da oferta no médio prazo.
Ainda assim, o presidente do Fed ressaltou a falta de clareza sobre seus efeitos na economia real nos próximos 12 a 18 meses, especialmente sobre o emprego. Também apontou a incerteza sobre a estrutura de mercado dessas novas tecnologias - quem "vai ganhar dinheiro" e quais podem ser as consequências para empresas e investidores que apostarem no modelo errado.
Warsh disse que o avanço da IA deve mudar o trabalho dos bancos centrais. Ele afirmou que, em vez de "torturar" dados com modelos tradicionais, autoridades monetárias terão acesso a mais informação e a novas ferramentas analíticas para separar ruído de tendência e reduzir problemas de mensuração.
*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









