"Quem arca com a universalização dos serviços postais é a companhia dos correios. E isso tem um custo alto por ano que era compensado por alguma atividades que eram exclusivas dos Correios e deixaram de ser. Então, a privatização, olhando para o mundo inclusive Estados Unidos e Europa, não parece o caminho que está sendo seguido pelas melhores práticas", disse.
Segundo ele, a promessa da diretoria nova dos Correios é reestruturar a empresa estatal nesse sentido já com o empréstimo bilionário com garantia da União que foi tomado para fazer essa mudança na companhia.
"A promessa da atual diretoria, com o empréstimo que foi feito é de, com esse dinheiro, é reestruturar a companhia nessa direção e torná-la equilibrada assim que essas providências forem tomadas", completou Haddad.
Em resposta se o trabalho na Fazenda seria o "pior emprego do mundo", Haddad negou.
Disse que aprendeu muito com o cargo e que deixa a Pasta com indicadores econômicos que ninguém na Faria Lima esperava que ele fosse entregar.
(Com Agência Estado)
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