"Claro que a gente tem que vencer as etapas no Congresso, em especial evitando que se vote medidas ruins. Mas caso seja necessário, da tela, o governo irá sim ao Supremo Tribunal Federal", afirmou Durigan.
Ele disse que inclusive a ideia é seguir jurisprudência do STF que determina o cumprimento das regras fiscais.
Para Durigan, o governo não pode deixar o espírito eleitoral tomar conta da agenda econômica.
Ele ponderou, entretanto, que ainda há uma conversa a ser feita com os presidentes da Câmara e do Senado para evitar a aprovação dessas medidas.
"O compromisso nesse momento é que a gente não deixe o espírito eleitoral, as demandas que aparecem dos diferentes setores, tomarem conta da agenda econômica nacional de modo a prejudicar o País", completou o ministro.
(Com Agência Estado)
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