A defesa que o presidente do BC faz a uma política fiscal rigorosa ocorre um dia depois de o presidente Michel Temer admitir pela primeira vez a possibilidade de não aprovar a reforma da Previdência no Congresso.
"A reforma da Previdência não é minha, não é pessoal, mas é do governo compartilhado. Na verdade, se em um dado momento a sociedade não quer a reforma da Previdência, a mídia não quer a reforma da Previdência e a combate e, naturalmente, o parlamento que ecoa as vozes da sociedade também não quiser aprová-la, paciência", disse Temer na segunda à noite, em reunião com lideranças do Congresso.
Além do elogio ao governador capixaba, Ilan também citou diversas ações do BC para educação e inclusão financeira, além de apresentar mais uma vez os pilares da agenda BC+. Ele também citou uma parceria da instituição com a Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito, para uso consciente do meio de pagamento. "O cartão de crédito tem sido muito usado, mas não pode ser abusado", afirmou.
Além disso, Ilan mencionou que, em levantamento do instituto Brookings, o Brasil ficou em segundo lugar em ranking sobre inclusão financeira, em lista de 26 países em desenvolvimento. "Se queremos garantir sistema financeiro sólido e eficiente,é crucial entender os impactos da digitalização na cidadania financeira", disse.
O presidente do BC não fez comentários sobre conjuntura econômica ou política monetária.
(Com Agência Estado)
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