O FMI avalia que o comércio global continua relativamente robusto, com expansão em exportações de tecnologia contrabalançando a perda em outras categorias. A instituição destaca que o desempenho no ano passado também reflete o adiantamento a tarifas dos EUA, que ampliou estocagem de produtos em vários países, e os ajustes no fluxo de comércio com as novas políticas.
"No médio prazo, pacotes fiscais expansionistas em economias com superávit de contas correntes devem contribuir para o declínio de desequilíbrios globais, junto a força do salto de investimentos em negócios ligados à tecnologia", aponta o relatório, acrescentando que os EUA devem ser os maiores beneficiários dos novos fluxos de capital mesmo com alguma moderação no futuro.
As estimativas do FMI incluem apenas dados do período encerrado em dezembro de 2025, assumindo que as políticas em vigor na época seriam permanentes. Assim, os cálculos não incluem quaisquer mudanças feitas posteriormente, como o recente acordo comercial entre EUA e Taiwan ou imposição de tarifas a países relacionados ao Irã ou Groenlândia.
Em dezembro, a taxa efetiva de tarifas dos EUA era estimada em 18,5%, abaixo das projeções de 18,7% feitas em outubro pelo FMI. Já a taxa efetiva de tarifas correspondente do restante do mundo permaneceu inalterada em 3,5%.
(Com Agência Estado)
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